
Galera,
Como senti que a maioria de vocês postou a peça original, além da que propuseram, resolvi fazer o mesmo, pois esse realmente é o meio mais correto para que as pessoas possam comparar o original com a modificação. Portanto, aí vai minha capa de CD. A de antes ( consagrada e idolatrada mundialmente ) e a minha modesta proposta ( porta-voz do óbvio ).
Acho que agora ficou mais fácil de notarem a releitura ( se é que houve alguma ).
Namastê geral.
Bom Sacha, eu sou suspeito pra falar de vc...
ResponderExcluirSabe que sou seu fã!
Sobre essa peça, achei genial.. realmente uma RELEITURA e não uma NOVA CRIAÇÃO de algo que já exista.
Acho que, o que vc se preocupava, de ser uma das capas mais conhecidas da história, vc manteve... não mudou estrutura, só melhorou... trabalhou as cores, botou uma imagem que deu um tcham mto interessante, mas não roubou a cena e nem descaracterizou.
Sobre a fonte, que eu ouvi os comentários na sala quando cheguei, eu num concordo nao... achei a fonte ótimo... Pink Floyd É clássico.
E outra, a fonte parece convite de casamento?
Mas se sai uma capa dessa, seria um grande evento mundial relançar essa capa, então, pq não ter a fonte sim com cara de comemoração?
Eu não retificaria nada... achei excelente!
Grande abraço!
Que responsa a capa do Pink hein? Relaxa que ficou SHOW!
Fala aí Sacha...
ResponderExcluirSeguinte, assino embaixo o que o João escreveu. Seu trabalho ficou excelente e de muito bom gosto! O que fez, de fato, foi uma releitura, sem pirotecnia ou mudanças radicais, pois não era essa sua proposta. Até porque, seria muito difícil, para não dizer impossível, refazer do zero uma capa ícone como essa, sem a perda de sua "sacralidade".
Também concordo com o João sobre as fontes que você escolheu e até tentei comentar em sala. A fonte de perfil caligráfico, por exemplo, remete ao proprio sentido antológico e clássico da obra em questão e acentua sua marca de atemporalidade, ou seja, obra-prima que vai além de seu tempo.
Sua releitura não ficou algo óbvia, em minha singela opinião. Pelo contrário, ressaltou os aspectos subjetivos da obra e que não estavam explícitos na versão original, e você manteve o refinamento estético. Nem sempre o que parece óbvio é óbvio, pois demanda um olhar um pouco mais calmo e generoso para ser apreendido.
Abração!
Agora cá entre nós..."sacralidade" foi DUKA!
ResponderExcluirkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Esse é o Marcão! hahaaha
João e Marcos.
ResponderExcluirQueria agradece as generosas palavras dos dois.
E, só a título de esclarecimento, gostaria de dizer que a releitura em questão foi feita pensando no resultado comercial da coisa. Como se eu realmente fosse vender o projeto.
Como conheço razoavelmente o mercado fonográfico, achei que o direcionamento a ser dado ao projeto seria exatamente no sentido que acabei seguindo.
Agora...quanto ao uso de uma fonte ou de outra, acho que fica mais a critério do gosto de cada um.
Namastê geral.